Lucas, 2025
Técnica mista sobre tela
60x40cm
Série: Preenchendo vazios

Todo bom lanche precisa de molho. Não que fique ruim sem, mas é infinitamente melhor com.

Não é só questão de untuosidade ou de sabor. É a capacidade que o molho tem de conectar, agregar, e até mesmo trazer coerência para ingredientes que quando separados, não fazem sentido algum.

O Lucas é assim, conecta, agrega, harmoniza junções que perdem o sentido sem ele ali. Há muito que eu poderia falar sobre o Lucas, mas aqui cabe o quanto ele foi importante para que eu não me desconectasse de mim.

No fim, a maior lição que o Lucas deixa, é que não existe “molho demais”, só existe ter ou não o molho certo.